Ele aproximou-se junto à porta do quarto, agarrou-a pelos braços, fixou o seu olhar no dela, esqueceu as brigas de amor, os arrufos, deixo para trás o vasto rol de situações sem nexo causadas pela falta de um cérebro pensador naquele corpo intenso, bem definido e feminino. Partiu para ela, era o momento de partir, quebrar, rasgar, seja qual for a analogia, seja qual for a construção metafórica, mas era o momento.
-Fodasse!
-Além de má educação, tens mais alguma virtude? Disse ele
Ela sorriu, envergonhada, tomando noção do disparate que a boca dela cuspiu a grande velocidade.
-Sou bonita !...
-Uhau, Mal educada, bonita e convencida... Ok!, Conquistaste-me.
-Sou eu que decido quando e como te vou conquistar, não te dou o direito de teres uma conquista por habilidade própria. Revolveu ela
Era perfeito, aquele quarto foi o paraíso mais paradisíaco do mundo, o mundo foi, durante breves minutos, apenas aquele quarto.
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