Existem os pecados perdoáveis, os não perdoáveis, e depois existes tu. És uma espécie de pecado mortal em forma humana, hoje padeço de gula, não por bebida, não por comida, por ti .Um género de "Gula Humana". Provocas-me a ira que não tive em algum momento por mais ninguém, uma raiva descontrolada para te mostrar que também tenho um dom ,controlado, para magoar, mas não tenho, perco tudo contigo. Não há religião que consiga me privar de tais pecados, mortais ou não, não há relógios que me façam assumir que o tempo cura, porque não, o tempo não cura, o tempo engana.
O tempo é a mentira em forma natural, na mais natural possível.
Ainda existe o orgulho, pecado de quem tu és dona e senhora, mas com esse os mortais vivem bem.
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