Somos assim, damos conselhos, não seguimos uma ínfima parte deles, provocamos sentimentos mas não somos sentimentais. Será normalidade ou uma anormalidade?
Mais comum entre pequenas ou grandes amizades é o vulgar "Esquece, passa a frente", quando na verdade nós nem sequer conseguimos alavancar a nossa "caixa de velocidades" de modo a deixar o passado bem para trás, somos uns míseros ratos de laboratório de um qualquer Einstein que procura uma tese, em como o humano não vive o futuro, mas sim o passado.
Preocupamos-nos com o geral, nunca com o particular, nunca com o nosso particular.
Preocupamos-nos que o senhor nos passe á frente na fila do Super mercado, mas estamos nas tintas se dissemos tudo o que queríamos aquela pessoa que gostamos .
Os nossos disparates são a prova que somos perfeitos, uns perfeitos normais, vulgares.

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